Todo o amor que houver nessa vida.

O dia de hoje até que combina com o título do Post.

Hoje, dia 13 de julho, é o dia mundial do rock, no entanto a homenagem do dia não será dedicada, diretamente, a ele mas a um dos artistas que a ele representou.

Dia 7 de julho de 1990 o mundo perdia um dos seus artistas mais completos e sensíveis: Agenor de Miranda Araújo Neto, Cazuza.


"Na definição do dicionário, "cazuza" é um vespídeo solitário, de ferroada dolorosa. Deriva daí, provavelmente, o outro significado que o termo tem no Nordeste: o de moleque. Foi por isso que João Araújo, de ascendência nordestina, certo de que sua mulher Lúcia teria um menino, começou a chamá-lo de Cazuza, mesmo antes de seu nascimento. Batizado como Agenor de Miranda Araújo Neto, desde cedo o menino preferiu o apelido. O nome ele só viria a aceitar mais tarde, ao saber que Cartola, um dos seus compositores prediletos, também se chamava Agenor.

Nascido a 4 de abril de 1958, no Rio de Janeiro, Cazuza foi criado em Ipanema, habituado à praia. Os pais - ele, divulgador da gravadora Odeon; ela, costureira - não eram ricos mas o matricularam numa escola cara, o colégio Santo Inácio, dos padres jesuítas. Como às vezes tinham que sair à noite, o filho único se apegou à companhia da avó materna, Alice. Quieto e solitário, foi um menino bem-comportado na infância.

Na adolescência, porém, o gênio rebelde do futuro roqueiro se manifestaria. Cazuza terminou o ginásio e o segundo grau a duras penas, e, depois de prestar vestibular para Comunicação, só porque o pai lhe prometera um carro, desistiu do curso em menos de um mês de aula. Já vivia então a boemia no Baixo Leblon e o trinômio sexo, drogas e rock 'n' roll. Que ele amasse Jimi Hendrix, Janis Joplin e os Rolling Stones, tudo bem. Mas vir a saber que se drogava e que era bissexual, isso, para a supermãe Lucinha, não foi nada fácil. Assim como não foi, para o pai, ter que livrá-lo de prisões e fichas na polícia, por porte e uso de drogas.

João Araújo não queria o filho na vagabundagem e, em 1976, arrumou emprego para ele na gravadora Som Livre, onde já era presidente. Lá, Cazuza trabalhou no departamento artístico, fazendo a primeira triagem de fitas de cantores novos, e na assessoria de imprensa. Depois foi divulgador de artistas na gravadora RGE, e, após sete meses de um curso de fotografia na Universidade de Berkeley, deu alguns passos como fotógrafo. Mas nada disso o satisfazia.

Graças, contudo, a um outro curso - de teatro, dado pelo ator Perfeito Fortuna (grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone) - Cazuza acharia o seu papel. Não seria representar, mas cantar. É que na montagem da peça "Pára-quedas do coração", conclusão do curso, tudo o que ele fez foi soltar a voz, vindo a gostar muito da experiência. Afinal, música ele já respirava desde criança. Em casa mesmo, se acostumara a conviver com a presença de estrelas da MPB que seu pai produzia. Por que não se tornar também uma delas? Só faltava achar a sua turma."
Fonte: http://www.cazuza.com.br/

A homenagem é singela, mas o que ele representa nunca será. Ele é e sempre será: CAZUZA!!!
Fonte das fotos: Google

Despeço-me com uma das canções mais lindas, na minha opinião. A frase "Eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida" é o que no fundo o que todos nós queremos.


Todo o amor que houver nessa vida

Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotonia

E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria

"Amigo estou aqui..."

Demorei mas voltei, problemas grandes em gente pequena, mas já tá tudo bem.

Sábado passado eu fui no cinema com os meninos da minha vida, Pedrinho (sobrinho) e Dani (meu broto), fomos assistir Toy Story 3 3D. Essa história de levar o sobrinho no cinema para assistir filme de animação é pura desculpinha esfarrapada de adultos com eterna infância, mas comigo não cola. Eu vou porque eu gosto mesmo e me divirto muito mais até do que o Pedro.

O primeiro filme da saga de Woody, Buzz, Slinky, Porquinho, Sr. e Sra. Cabeça de Batata, Rex e todos os demais heróis de plástico foi lançado no ano de 1995 pelos estúdios Pixar e foi o primeiro filme longa metragem de animação feito inteiramente por computaçã0 gráfica, abrindo caminho para os demais desenhos como Nemo, Vida de Inseto, Monstros S.A., Shrek (esse é da Dreamworks) e tantos outros.

Em 1995 eu tinha 9 anos e já era viciadinha em filmes (drogas leves como desenhos, depois que comecei a usar drogas mais pesadas como ação, drama, suspense...), então Toy Story fez parte da minha infância como hoje o filme faz parte da infância do meu sobrinho. Justamente por isso o 3° filme da saga na minha opinião é o melhor, pois foi feito para a minha geração que cresceu assistindo as aventuras e para a geração de novos cinéfilos, como o Pedrinho.

As tiradas do filme são sensacionais e tem uma certa malícia. Como exemplo o boneco Ken que no filme é chamado de "brinquedo de menina", "Metrosexual".

Quase todos os personagens dos filmes anteriores estão de volta, exceto por alguns brinquedos que foram doados pelo Andy quando ele foi crescendo, eu senti mais falta da Betty e suas ovelhas.

Acho que a mágica do filme é que os brinquedos escolhidos para serem do Andy são brinquedos que fizeram parte da nossa infância, como aqueles duendinhos de cabelo vermelho, quem nunca teve um? Ou aqueles soldadinhos verdes?? E a Barbie?

Vou confessar uma coisa, eu me emocionei com o filme. É de extrema sensibilidade, mesmo sendo uma animação. O assunto principal do filme é a amizade. Quem nunca teve um brinquedo predileto e o guarda até hoje? Acho que me emocionei mesmo por saber que o filme é o último e apartir de agora o Woody, o Buzz e companhia não vão mais se aventurar nas telonas.

O filme está em cartaz desde 18 de junho, então corram para assistir antes que saia dos cinema, pois em 3D é bem melhor.





Toy Story 3



País de Origem: EUA
Gênero: Animação
Tempo de Duração: 103 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Direção: Lee Unkrich

Sinopse
Woody, Buzz, e o resto de seus amigos, são despejados por engano para uma creche depois que seu dono, Andy, vai para a faculdade. Embora estando animados no começo pelo novo ambiente, e os brinquedos aparentemente amigáveis que também vivem no centro, não demora muito para se tornarem determinados a voltar para casa, uma decisão partilhada por Andy, que começa a perceber que seus brinquedos sempre tiveram um lugar no seu coração.


Toy Story é minha animação predileta, sempre foi.

E só para constar segundo o Pedro ele é o Buzz, Eu sou a Jessy e o tio Dani é o Woody.


"Ao infinito e além!"









Aproveitando a oportunidade indico o lançamento da semana:

Shrek Para Sempre



Estréia no Brasil dia 9 de julho e também a última aventura do ogro mais doce de tão tão distante.

É uma questão de educação

Edição do dia 05/07/2010 - Jornal Nacional
05/07/2010 21h37 - Atualizado em 05/07/2010 21h37



Pesquisa mostra avanço na qualidade do ensino no Brasil

O Ministério da Educação divulgou uma análise dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Norte e o Nordeste registraram os piores resultados.

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda uma análise dos resultados do Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Os números mostram algum avanço na qualidade do ensino nos últimos dois anos.

O Ideb é o principal indicador da qualidade do ensino brasileiro. Leva em conta as aprovações, reprovações, a evasão escolar e as notas dos estudantes em língua portuguesa e matemática. A pontuação vai de 0 a 10.

As regiões Norte e Nordeste registram os piores resultados do Ideb. As melhoras notas são dos estados das regiões Sul e Sudeste.

Minas Gerais e Distrito Federal lideram o ranking dos estudantes de primeira à quarta série. Em terceiro lugar, aparece São Paulo. Em todos os estados, as escolas cumpriram a meta proposta pelo MEC para o ano passado.

De quinta à oitava série, São Paulo e Santa Catarina tiveram os melhores resultados. O Distrito Federal tem a terceira melhor nota. Três estados ficaram abaixo da meta: Amapá, Rondônia e Pará.

No ensino médio, destaque para o Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. Cinco estados, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Piauí e Roraima não atingiram os resultados esperados.

Apesar do desempenho ruim de alguns estados, o Ideb nacional dos ensinos fundamental e médio ficou acima da meta do governo.

Com destaque para os alunos de primeira à quarta série que tiveram nota 4,6. Mas a média do estudante brasileiro ainda está distante da nota 6 registrada na maioria dos países desenvolvidos. O governo espera atingir esse número em 2021.
O governo comemorou os números da pesquisa. “Está tendo sim um aumento que se demonstra que a educação brasileira está num caminho de melhoria da qualidade”, acredita Joaquim José Soares Neto, presidente do Inep.

O especialista em educação Cláudio de Moura Castro diz que os números mostram uma melhoria nos primeiros anos do ensino fundamental, mas deixam claro que é preciso fazer mudanças no ensino médio.

“Ele é muito distante do mundo dos alunos, ele é desmotivador, ele é muito difícil, ele é muito abstrato, ele não sabe se prepara pro vestibular, se prepara pra vida, se prepara pra formação profissional, ele tem uma inerente ambiguidade nos seus papéis”.





Quem assistiu o Jornal nacional ontem deve ter visto essa matéria, quem não assistiu pode ler acima. Ela fala da educação nacional e de como está o nível do ensino no Brasil.

Para os meios de comunicação nada está bom no Brasil, mesmo a melhoria estando estampada na cara.

Não estou dizendo que o ensino está a mil maravilhas, pois não está, mas a cada ano o ensino tem se renovado e melhorado gradativamente. O nível de analfabetismo tem diminuído e o ingresso para a universidade tem sido cada vez maior.

O IDEB é o indicador de qualidade do ensino no Brasil, e pelas tabelas abaixo podemos ver a gradativa melhora do ensino estadual de SP.










Fonte: Saeb e Censo Escolar.



Como exemplo de progressão no ensino o Jornal nacional citou uma cidade chamada Cajuru (alguém ai já ouviu falar?). É uma cidadezinha de 30 mil habitantes e vejam só que coincidência, o prefeito Sr. João Batista Ruggeri Ré é do Partido Progressista, aliado político do PSDB. Que coisa não?

O engraçado é que eles quiseram comparar Cajuru, com seus 30 mil habitantes, com São Paulo e outras grandes cidades do Estado. Essa idéia brilhante só poderia partir da mídia não é mesmo?

O mais contraditório disso tudo é que a propaganda do governo de São Paulo que sempre passa nos intervalos do jornal enfatiza as “melhoras” da educação no estado, dois professores em sala, menos alunos, qualidade de ensino. Mas vejamos, quem já esteve em sala de aula como estagiário ou lecionando sabe que isso não é verdade, é uma bela de uma balela. As são super lotadas, os professores não estão preparados, muitas vezes não há apoio por meio da escola, e os professores tem q seguir uma cartilha imposta pelo governo. Mas é o “Governo de São Paulo trabalhando POR você” ... pois se não fosse POR você ele nem trabalharia.

Eu me formei faz 6 meses, e creio que daqui há 6 meses estarei entrando numa sala de aula para exercer minha profissão. Não vou mentir, estou com medo, mas levo comigo a esperança de uma educação melhor para o nosso país.

Muitas pessoas me perguntam “por que você escolheu ser professora de história?” e a minha resposta é simples: Dentre tantas profissões para encher o bolso eu escolhi uma que de certo não vai encher o meu bolso, mas vai inflar a minha alma. Se um dos meus futuros alunos se tornar um cidadão de bem minha missão estará cumprida.

Utopia? Pode até ser, mas viver sem sonhos deve ser muito chato.

Para quem não conseguiu ver as tabelas segue o site do IDEB: http://sistemasideb.inep.gov.br/resultado/

Tem algum brasileiro ai?

Postagem só para constar que eu continuo brasileira!!




Tem muita gente ai que já tirou a camiseta, lavou o rosto e está esbravejando "país de merda, não serve nem pra ganhar uma copa!"... O único sentimento que eu sinto dessas pessoas é pena, a mesma pena que eu sinto do Felipe Melo quando aparecer por aqui, sorte dele jogar no Juventos.

O Dunga vai ouvir muito... muito ... e muito, mas na minha humilde opinião o único erro dele nesse jogo foi ter convocado o Felipe Melo, isso mesmo: CONVOCADO, ele nem deveria ter ido. O jogador tem que jogar primeiro com a cabeça, para depois o pé obedecer. Eu sugiro que ele troque de esporte, talvez luta livre para extravasar toda a raiva que ele sente.

Quem deu mancada também nesse jogo é um dos caras mais fodas (desculpa o termo) que já jogou na seleção em todos os tempos: Júlio César. O único erro que ele cometeu na campanha comprometeu tudo.

Mas tudo bem, não vou dizer que to feliz, to triste pra caramba, mas estou consciente da minha nacionalidade.

Agora o que me resta é torcer contra os hermanos, como boa brasileira e catimbeira que sou.

Para quem já mudou de nacionalidade lembre-se: Vocês tem quatro anos para se preparar e assumir novamente que é brasileiro(a), ou então mudar de idéia ou país.

Para quem continua brasileiro: Vitoriosos somos nós!



Kady

Alguém ai...

Postagem rápida, rasteira, curta e grossa, como nosso treinador Dunga.

Alguém ai duvida que nossa seleção vence a Holanda hoje???





VAI BRASIL SIL SIL!!!
.
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Kady

Todo o amor que houver nessa vida.

O dia de hoje até que combina com o título do Post.

Hoje, dia 13 de julho, é o dia mundial do rock, no entanto a homenagem do dia não será dedicada, diretamente, a ele mas a um dos artistas que a ele representou.

Dia 7 de julho de 1990 o mundo perdia um dos seus artistas mais completos e sensíveis: Agenor de Miranda Araújo Neto, Cazuza.


"Na definição do dicionário, "cazuza" é um vespídeo solitário, de ferroada dolorosa. Deriva daí, provavelmente, o outro significado que o termo tem no Nordeste: o de moleque. Foi por isso que João Araújo, de ascendência nordestina, certo de que sua mulher Lúcia teria um menino, começou a chamá-lo de Cazuza, mesmo antes de seu nascimento. Batizado como Agenor de Miranda Araújo Neto, desde cedo o menino preferiu o apelido. O nome ele só viria a aceitar mais tarde, ao saber que Cartola, um dos seus compositores prediletos, também se chamava Agenor.

Nascido a 4 de abril de 1958, no Rio de Janeiro, Cazuza foi criado em Ipanema, habituado à praia. Os pais - ele, divulgador da gravadora Odeon; ela, costureira - não eram ricos mas o matricularam numa escola cara, o colégio Santo Inácio, dos padres jesuítas. Como às vezes tinham que sair à noite, o filho único se apegou à companhia da avó materna, Alice. Quieto e solitário, foi um menino bem-comportado na infância.

Na adolescência, porém, o gênio rebelde do futuro roqueiro se manifestaria. Cazuza terminou o ginásio e o segundo grau a duras penas, e, depois de prestar vestibular para Comunicação, só porque o pai lhe prometera um carro, desistiu do curso em menos de um mês de aula. Já vivia então a boemia no Baixo Leblon e o trinômio sexo, drogas e rock 'n' roll. Que ele amasse Jimi Hendrix, Janis Joplin e os Rolling Stones, tudo bem. Mas vir a saber que se drogava e que era bissexual, isso, para a supermãe Lucinha, não foi nada fácil. Assim como não foi, para o pai, ter que livrá-lo de prisões e fichas na polícia, por porte e uso de drogas.

João Araújo não queria o filho na vagabundagem e, em 1976, arrumou emprego para ele na gravadora Som Livre, onde já era presidente. Lá, Cazuza trabalhou no departamento artístico, fazendo a primeira triagem de fitas de cantores novos, e na assessoria de imprensa. Depois foi divulgador de artistas na gravadora RGE, e, após sete meses de um curso de fotografia na Universidade de Berkeley, deu alguns passos como fotógrafo. Mas nada disso o satisfazia.

Graças, contudo, a um outro curso - de teatro, dado pelo ator Perfeito Fortuna (grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone) - Cazuza acharia o seu papel. Não seria representar, mas cantar. É que na montagem da peça "Pára-quedas do coração", conclusão do curso, tudo o que ele fez foi soltar a voz, vindo a gostar muito da experiência. Afinal, música ele já respirava desde criança. Em casa mesmo, se acostumara a conviver com a presença de estrelas da MPB que seu pai produzia. Por que não se tornar também uma delas? Só faltava achar a sua turma."
Fonte: http://www.cazuza.com.br/

A homenagem é singela, mas o que ele representa nunca será. Ele é e sempre será: CAZUZA!!!
Fonte das fotos: Google

Despeço-me com uma das canções mais lindas, na minha opinião. A frase "Eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida" é o que no fundo o que todos nós queremos.


Todo o amor que houver nessa vida

Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotonia

E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria

"Amigo estou aqui..."

Demorei mas voltei, problemas grandes em gente pequena, mas já tá tudo bem.

Sábado passado eu fui no cinema com os meninos da minha vida, Pedrinho (sobrinho) e Dani (meu broto), fomos assistir Toy Story 3 3D. Essa história de levar o sobrinho no cinema para assistir filme de animação é pura desculpinha esfarrapada de adultos com eterna infância, mas comigo não cola. Eu vou porque eu gosto mesmo e me divirto muito mais até do que o Pedro.

O primeiro filme da saga de Woody, Buzz, Slinky, Porquinho, Sr. e Sra. Cabeça de Batata, Rex e todos os demais heróis de plástico foi lançado no ano de 1995 pelos estúdios Pixar e foi o primeiro filme longa metragem de animação feito inteiramente por computaçã0 gráfica, abrindo caminho para os demais desenhos como Nemo, Vida de Inseto, Monstros S.A., Shrek (esse é da Dreamworks) e tantos outros.

Em 1995 eu tinha 9 anos e já era viciadinha em filmes (drogas leves como desenhos, depois que comecei a usar drogas mais pesadas como ação, drama, suspense...), então Toy Story fez parte da minha infância como hoje o filme faz parte da infância do meu sobrinho. Justamente por isso o 3° filme da saga na minha opinião é o melhor, pois foi feito para a minha geração que cresceu assistindo as aventuras e para a geração de novos cinéfilos, como o Pedrinho.

As tiradas do filme são sensacionais e tem uma certa malícia. Como exemplo o boneco Ken que no filme é chamado de "brinquedo de menina", "Metrosexual".

Quase todos os personagens dos filmes anteriores estão de volta, exceto por alguns brinquedos que foram doados pelo Andy quando ele foi crescendo, eu senti mais falta da Betty e suas ovelhas.

Acho que a mágica do filme é que os brinquedos escolhidos para serem do Andy são brinquedos que fizeram parte da nossa infância, como aqueles duendinhos de cabelo vermelho, quem nunca teve um? Ou aqueles soldadinhos verdes?? E a Barbie?

Vou confessar uma coisa, eu me emocionei com o filme. É de extrema sensibilidade, mesmo sendo uma animação. O assunto principal do filme é a amizade. Quem nunca teve um brinquedo predileto e o guarda até hoje? Acho que me emocionei mesmo por saber que o filme é o último e apartir de agora o Woody, o Buzz e companhia não vão mais se aventurar nas telonas.

O filme está em cartaz desde 18 de junho, então corram para assistir antes que saia dos cinema, pois em 3D é bem melhor.





Toy Story 3



País de Origem: EUA
Gênero: Animação
Tempo de Duração: 103 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Direção: Lee Unkrich

Sinopse
Woody, Buzz, e o resto de seus amigos, são despejados por engano para uma creche depois que seu dono, Andy, vai para a faculdade. Embora estando animados no começo pelo novo ambiente, e os brinquedos aparentemente amigáveis que também vivem no centro, não demora muito para se tornarem determinados a voltar para casa, uma decisão partilhada por Andy, que começa a perceber que seus brinquedos sempre tiveram um lugar no seu coração.


Toy Story é minha animação predileta, sempre foi.

E só para constar segundo o Pedro ele é o Buzz, Eu sou a Jessy e o tio Dani é o Woody.


"Ao infinito e além!"









Aproveitando a oportunidade indico o lançamento da semana:

Shrek Para Sempre



Estréia no Brasil dia 9 de julho e também a última aventura do ogro mais doce de tão tão distante.

É uma questão de educação

Edição do dia 05/07/2010 - Jornal Nacional
05/07/2010 21h37 - Atualizado em 05/07/2010 21h37



Pesquisa mostra avanço na qualidade do ensino no Brasil

O Ministério da Educação divulgou uma análise dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Norte e o Nordeste registraram os piores resultados.

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda uma análise dos resultados do Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Os números mostram algum avanço na qualidade do ensino nos últimos dois anos.

O Ideb é o principal indicador da qualidade do ensino brasileiro. Leva em conta as aprovações, reprovações, a evasão escolar e as notas dos estudantes em língua portuguesa e matemática. A pontuação vai de 0 a 10.

As regiões Norte e Nordeste registram os piores resultados do Ideb. As melhoras notas são dos estados das regiões Sul e Sudeste.

Minas Gerais e Distrito Federal lideram o ranking dos estudantes de primeira à quarta série. Em terceiro lugar, aparece São Paulo. Em todos os estados, as escolas cumpriram a meta proposta pelo MEC para o ano passado.

De quinta à oitava série, São Paulo e Santa Catarina tiveram os melhores resultados. O Distrito Federal tem a terceira melhor nota. Três estados ficaram abaixo da meta: Amapá, Rondônia e Pará.

No ensino médio, destaque para o Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. Cinco estados, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Piauí e Roraima não atingiram os resultados esperados.

Apesar do desempenho ruim de alguns estados, o Ideb nacional dos ensinos fundamental e médio ficou acima da meta do governo.

Com destaque para os alunos de primeira à quarta série que tiveram nota 4,6. Mas a média do estudante brasileiro ainda está distante da nota 6 registrada na maioria dos países desenvolvidos. O governo espera atingir esse número em 2021.
O governo comemorou os números da pesquisa. “Está tendo sim um aumento que se demonstra que a educação brasileira está num caminho de melhoria da qualidade”, acredita Joaquim José Soares Neto, presidente do Inep.

O especialista em educação Cláudio de Moura Castro diz que os números mostram uma melhoria nos primeiros anos do ensino fundamental, mas deixam claro que é preciso fazer mudanças no ensino médio.

“Ele é muito distante do mundo dos alunos, ele é desmotivador, ele é muito difícil, ele é muito abstrato, ele não sabe se prepara pro vestibular, se prepara pra vida, se prepara pra formação profissional, ele tem uma inerente ambiguidade nos seus papéis”.





Quem assistiu o Jornal nacional ontem deve ter visto essa matéria, quem não assistiu pode ler acima. Ela fala da educação nacional e de como está o nível do ensino no Brasil.

Para os meios de comunicação nada está bom no Brasil, mesmo a melhoria estando estampada na cara.

Não estou dizendo que o ensino está a mil maravilhas, pois não está, mas a cada ano o ensino tem se renovado e melhorado gradativamente. O nível de analfabetismo tem diminuído e o ingresso para a universidade tem sido cada vez maior.

O IDEB é o indicador de qualidade do ensino no Brasil, e pelas tabelas abaixo podemos ver a gradativa melhora do ensino estadual de SP.










Fonte: Saeb e Censo Escolar.



Como exemplo de progressão no ensino o Jornal nacional citou uma cidade chamada Cajuru (alguém ai já ouviu falar?). É uma cidadezinha de 30 mil habitantes e vejam só que coincidência, o prefeito Sr. João Batista Ruggeri Ré é do Partido Progressista, aliado político do PSDB. Que coisa não?

O engraçado é que eles quiseram comparar Cajuru, com seus 30 mil habitantes, com São Paulo e outras grandes cidades do Estado. Essa idéia brilhante só poderia partir da mídia não é mesmo?

O mais contraditório disso tudo é que a propaganda do governo de São Paulo que sempre passa nos intervalos do jornal enfatiza as “melhoras” da educação no estado, dois professores em sala, menos alunos, qualidade de ensino. Mas vejamos, quem já esteve em sala de aula como estagiário ou lecionando sabe que isso não é verdade, é uma bela de uma balela. As são super lotadas, os professores não estão preparados, muitas vezes não há apoio por meio da escola, e os professores tem q seguir uma cartilha imposta pelo governo. Mas é o “Governo de São Paulo trabalhando POR você” ... pois se não fosse POR você ele nem trabalharia.

Eu me formei faz 6 meses, e creio que daqui há 6 meses estarei entrando numa sala de aula para exercer minha profissão. Não vou mentir, estou com medo, mas levo comigo a esperança de uma educação melhor para o nosso país.

Muitas pessoas me perguntam “por que você escolheu ser professora de história?” e a minha resposta é simples: Dentre tantas profissões para encher o bolso eu escolhi uma que de certo não vai encher o meu bolso, mas vai inflar a minha alma. Se um dos meus futuros alunos se tornar um cidadão de bem minha missão estará cumprida.

Utopia? Pode até ser, mas viver sem sonhos deve ser muito chato.

Para quem não conseguiu ver as tabelas segue o site do IDEB: http://sistemasideb.inep.gov.br/resultado/

Tem algum brasileiro ai?

Postagem só para constar que eu continuo brasileira!!




Tem muita gente ai que já tirou a camiseta, lavou o rosto e está esbravejando "país de merda, não serve nem pra ganhar uma copa!"... O único sentimento que eu sinto dessas pessoas é pena, a mesma pena que eu sinto do Felipe Melo quando aparecer por aqui, sorte dele jogar no Juventos.

O Dunga vai ouvir muito... muito ... e muito, mas na minha humilde opinião o único erro dele nesse jogo foi ter convocado o Felipe Melo, isso mesmo: CONVOCADO, ele nem deveria ter ido. O jogador tem que jogar primeiro com a cabeça, para depois o pé obedecer. Eu sugiro que ele troque de esporte, talvez luta livre para extravasar toda a raiva que ele sente.

Quem deu mancada também nesse jogo é um dos caras mais fodas (desculpa o termo) que já jogou na seleção em todos os tempos: Júlio César. O único erro que ele cometeu na campanha comprometeu tudo.

Mas tudo bem, não vou dizer que to feliz, to triste pra caramba, mas estou consciente da minha nacionalidade.

Agora o que me resta é torcer contra os hermanos, como boa brasileira e catimbeira que sou.

Para quem já mudou de nacionalidade lembre-se: Vocês tem quatro anos para se preparar e assumir novamente que é brasileiro(a), ou então mudar de idéia ou país.

Para quem continua brasileiro: Vitoriosos somos nós!



Kady

Alguém ai...

Postagem rápida, rasteira, curta e grossa, como nosso treinador Dunga.

Alguém ai duvida que nossa seleção vence a Holanda hoje???





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